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Feliz Ano Novo!


Textos: Gênesis 19:26: Filipenses 3:12-14; Hebreus 12:2

Introdução:

A – Estamos diante de mais um ano. Como o tempo passa veloz e rapidamente!…

1 – O ano passa como se fosse um mês. Os meses passam como se fosse uma semana. As semanas passam como se fosse um dia. Os dias passam como se fosse uma hora. As horas passam como se fosse um minuto. E o minuto passa como se fosse um segundo. Os que entendem desse assunto dizem que, à medida que as pessoas vão envelhecendo, o tempo passa mais célere. Para as crianças, porém, o tempo custa passar.
2 – Até parece que foi ontem que nos reunimos para receber um novo ano, e dizíamos: “Feliz Ano Novo!”… E o Ano Novo ficou velho! O ano que está passando vai ficar na história de nossas vidas.

Ilustração: Marcelo Rubem Paiva escreveu um livro com um título sui generis: “Adeus Ano Novo, Feliz Ano Velho”. Marcelo era um jovem feliz. Tinha tudo: juventude, beleza, dinheiro, saúde, filho de um deputado federal, universitário, excelente cantor e músico (naqueles dias iria gravar o seu primeiro disco), quando aconteceu a tragédia. Na última semana do ano fatídico, embriagado com outros colegas, resolveu mergulhar num rio. Subiu numa árvore e pulou de cabeça. O rio era raso. Quebrou a quinta cervical. Ficou paraplégico, para sempre. Agora, no hospital no último dia do ano, ele ouvia a canção: “Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo”. Mas Marcelo, consciente de sua situação, cantava: “Feliz Ano Velho, Adeus Ano Novo”. Esse é o título de seu livro. É um livro comprometedor. Ele conta no livro sobre todos os pecados do ano…

B – Queiramos ou não, o ano que está terminando vai ficar na história de nossas vidas.

C – Comparando o ano com um livro.

1 – O ano que passou foi um livro com 365 páginas. Estas páginas foram os dias
2 – Esse livro teve 12 capítulos. Esses capítulos foram os meses
3 – Cada página desse livro teve 24 linhas. Essas linhas foram as horas.
4 – Cada linha teve 60 letras. Essas letras foram os segundos.

E – Agora, é hora de pensar: O que escrevemos neste livro?

1 Coisas boas ou coisas más?
2 Coisas que agradaram a Deus ou a Satanás?
a) Neste livro, não podemos mais apagar o que escrevemos. Indelevelmente ficará na nossa história.

F – Pilatos também escreveu o livro de sua vida. – “Respondeu Pilatos: O que escrevi escrevi”. (São João 19:22).

1-Pilatos mandou escrever a frase: “Jesus Nazareno, Rei dos Judeus”, em hebraico, latim e grego, e colocou na cruz de Jesus Cristo.

a) Todos os que passavam podiam ler.
b) As autoridades religiosas dos judeus não gostaram nem um pouco e exigiram que Pilatos mudasse a frase.
c) Pilatos não mudou, mas disse: “O que escrevi, escrevi”. Ou seja: a frase não podia ser mudada.

G – O Ano Velho é um livro escrito, o qual não pode ser mudado, e o Ano Novo um livro a escrever o que quisermos nele.

1– Se não podemos apagar o que praticamos, também não devemos nos preocupar com o que passou. Se você não pode dizer: “Feliz Ano Velho!”, então cante: “O que passou, passou”.
a) O ano já passou, e não volta mais. O cristão não deve olhar para trás.

I – NÃO OLHES PARA TRÁS.

A – Os que olharam para trás.

1 – “A mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal”. (Gênesis. 19:26).

a) Os anjos conseguiram tirar a mulher de Ló de Sodoma, mas não conseguiram tirar Sodoma de dentro dela. Ela deveria ter feito isto, mas não fez. Olhou para trás e ficou transformada em uma estátua de sal.
b) Neste novo ano Cristo nos diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”. (Lucas 17:32).

II – OLHANDO PARA FRENTE.

A – Os que não olharam para trás.

1 – Miquéias – Não olhou para as coisas materiais.

a) Nos dias de Miquéias, havia grande apostasia em Israel. Ninguém confiava mais em ninguém. “Não creiais no amigo, nem confieis no companheiro. Guarda a porta de tua boca àquela que reclina sobre o teu peito. Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora contra a sogra; os inimigos do homem são os da própria casa”. (Miquéias 7:5 e 6).
b) Não obstante, Miquéias olhava no Senhor. – “Eu, porém, olharei para o Senhor e esperarei no Deus de minha salvação; o Senhor meu Deus me ouvirá.” (Miquéias 7:7).

(1) Quantos hoje olham para as coisas materiais!
(2) Olham para os pecados dos outros.
(3) Para os erros dos membros da igreja.
(4) Olham para trás, e morrem espiritualmente…

2 – O Apóstolo Paulo. “Não que eu o tenha já recebido ou tenha obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. (Filipenses 3:12,13 e 14)
3 – O texto é o balanço na vida de Paulo.
Ilustração: Toda Empresa que se preza e todo grande comerciante fecha pelo menos uma vez por ano para o balanço.

b) Por que balanço? Porque o empresário quer saber se obteve lucro ou prejuízo.
b) Cada fim de ano – eu imagino – Paulo fazia um balanço de sua vida espiritual. E concluía que muita coisa havia deixado de fazer. Vamos ao balanço paulino:

(1)Verso 13 – “Irmãos, quanto a mim, não jugo havê-lo alcançado”.

Aplicação: E você já alcançou tudo? Se não alcançou tudo, lembre-se de Paulo.

c) Paulo tinha a consciência de que muita coisa havia deixado por fazer…

(2) Verso 13 (parte central) – “Uma coisa faço”. Por que uma coisa? Na verdade, Paulo estava fazendo muitas coisas. Pelo menos, três coisas ele fazia. Observe:

d) Primeira coisa – “Esquecendo-me das coisas que para trás ficam”.

Aplicação: Se o ano findo foi ruim na sua vida, esqueça. Ele já passou. Aprenda com o apóstolo Paulo a esquecer das coisas ruins e difíceis que para trás ficaram.

e) Segunda coisa – “Avançando para as que diante de mim estão”.

f) Terceira coisa – Verso 14 – “Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.

(1) Qual era o alvo de Paulo?
- Se analisarmos todo o contexto, vamos encontrar: o alvo de Paulo era a perfeição em Jesus Cristo.

(2) Na vida cristã não existe “marcha-à-ré”.O cristão tem de andar sempre para frente.

Ilustração: O crente é como a motocicleta. Não tem marcha-à-ré. Só anda para frente e nunca para trás.

III – OLHANDO EM JESUS.

A – Precisamos deixar de olhar para os erros dos outros e contemplar aquele que nunca cometeu erro. “Olhando firmemente para o autor e consumador de nossa fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.” (Hebreus 12:2)

1 – Quantos há que não tem prosperado na vida cristã porque ficam olhando para:

a) Atrás de si.
b) As falhas dos outros e da igreja.

2 – Deus quer que olhemos para frente e para cima, olhando firmemente em Jesus.

Conclusão:

A – Que neste ano novo não olhemos para trás.

B – Que olhemos para frente, para o alto e para o alvo – Jesus Cristo.

C – O tempo não passa. O tempo é eterno. Nós é que passamos pelo tempo.

2 – Não foi o ano que ficou velho. Fomos nós que envelhecemos 365 dias em relação ao tempo.

D – Em face disto, necessitamos usar bem o ano, os meses, as semanas, os dias, as horas, os minutos e os segundos de maneira agradável diante de Deus.

E – Que neste ano novo façamos um pacto com Deus diariamente:
1 – Lendo a Bíblia – Ano Bíblico.
2 – Estudando a Lição da Escola Sabatina.
3 – Fazendo o culto doméstico.
4 – Evangelizando e ganhando pelo menos uma alma para Deus.
5 – Sendo fiéis em tudo.
6 – Lutando para ser um bom cristão em 2010.
Feliz Ano Novo!

Oração: Senhor nosso Deus e nosso Pai bondoso. Estamos no limiar de mais um ano. Queremos neste momento Te agradecer as bênçãos do ano que está passando. Se no ano que finda, fizemos alguma coisa que não Te agradou, queiras nos perdoar, Senhor. Pedimos-Te agora que continues abençoando-nos neste novo ano que estamos recebendo, a fim de que sejamos melhores pais, melhores filhos, melhores maridos, melhores esposas, melhores irmãos, melhores cristãos. Nós te pedimos em nome de Jesus. Amém!

Hinos sugeridos: H.A. 272, 274, 261, 262.

Pr. Emmanuel de Jesus Saraiva
fonte://nistocremos.net

O Natal Como Dia de Festa

“Aproxima-se o Natal”, eis a nota que soa através do mundo, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Para os jovens, de idade imatura, e mesmo para os de mais idade, é este um período de alegria geral, de grande regozijo. Mas o que é o Natal, que assim exige tão grande atenção? …

O dia 25 de dezembro é supostamente o dia do nascimento de Jesus Cristo, e sua observância tem-se tornado costumeira e popular. Entretanto não há certeza de que se esteja guardando o verdadeiro dia do nascimento de nosso Salvador. A História não nos dá certeza absoluta disto. A Bíblia não nos informa a data precisa. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para a nossa salvação, Ele Se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.

Em Sua sabedoria o Senhor ocultou o lugar onde sepultou Moisés. Deus o sepultou e Deus o ressuscitou e o levou para o Céu. Este procedimento visava prevenir a idolatria. Aquele contra quem se haviam rebelado quando estava em serviço ativo, a quem haviam provocado quase além dos limites da resistência humana, era quase adorado como Deus depois de separado deles pela morte. Pela mesma razão é que Ele ocultou o dia preciso do nascimento de Cristo, para que o dia não recebesse a honra que devia ser dada a Cristo como Redentor do mundo – Aquele que deve ser recebido, em quem se deve crer e confiar como Aquele que pode salvar perfeitamente todos os que a Ele vêm. A adoração da alma deve ser prestada a Jesus como o Filho do infinito Deus. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

O Dia de Natal deve ser Usado para um Bom Propósito

Sendo que o dia 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, será difícil passar por alto este período sem lhe dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.

A juventude deve ser tratada com muito cuidado. Não devem ser deixados no Natal a buscar seus próprios divertimentos em prazeres vãos, em diversões que lhes rebaixarão a espiritualidade. Os pais podem controlar esta questão voltando a mente e as ofertas dos filhos para Deus e Sua causa e a salvação de almas.

O desejo de divertimentos, em vez de ser contido e arbitrariamente sufocado, deve ser controlado e dirigido mediante paciente esforço da parte dos pais. Seu desejo de dar presentes deve ser levado através de puros e santos canais e feitos resultar em bênção ao nosso próximo graças à manutenção do tesouro na grande e ampla obra para a qual Cristo veio ao mundo. Abnegação e espírito de sacrifício assinalaram Sua conduta. Seja isto também o que assinale os que professam amar a Jesus, porque nEle está centralizada nossa esperança de vida eterna. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

Troca de Presentes Como Sinais de Afeição

As festas estão chegando rapidamente com sua troca de presentes, e jovens e idosos estão estudando intensamente o que poderão dar a seus amigos como sinal de afetuosa lembrança. É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente. …

Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecemos a Deus, nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus ou que aumentem nosso amor por seus preceitos. Provede algo para ser lido durante esses longos serões de inverno. Review and Herald, 26 de dezembro de 1882.

Recomenda-se Dar aos Filhos Livros como Presentes

Há muitos que não têm livros e publicações sobre a verdade presente. Aqui está um grande campo onde o dinheiro pode ser investido com segurança. Há grande número de crianças que pode ser suprido com leitura. The Sunshine Series, Golden Grains Series, Poems, Sabbath Readings, etc., são todos livros preciosos e podem ser introduzidos seguramente em cada família. As pequenas quantias gastas em guloseimas e brinquedos inúteis podem ser acumuladas e com isto comprar esses volumes. …

Os que desejarem fazer caros presentes a seus filhos, netos, sobrinhos, procurem para eles os livros acima mencionados. Para os jovens a Vida de José Bates é um tesouro; também os três volumes de O Espírito de Profecia. Esses volumes podem ser levados a cada família na Terra. Deus está dando a luz do Céu, e nenhuma família deve ficar sem ela.

Sejam os presentes que façais, da espécie que espalhe raios de luz sobre o caminho que conduz ao Céu. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.

JESUS Não Deve Ser Esquecido

Irmãos e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso Amigo celestial, para que não passeis por alto Suas reivindicações. Ele Se agradará se mostrarmos que não O esquecemos. Jesus, o Príncipe da vida, deu tudo a fim de pôr a salvação ao nosso alcance. … Ele sofreu mesmo até à morte, para que nos pudesse dar a vida eterna.

É por meio de Cristo que recebemos todas as bênçãos. … Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmãos e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a Deus, segundo vossas possibilidades. Cantai ao Senhor em vosso coração, e esteja em vossos lábios o Seu louvor. Review and Herald, 26 de dezembro de 1882.

NATAL – Ocasião Para Honrar a Deus

Pelo mundo os feriados são passados em frivolidades e extravagância, glutonaria e ostentação. … Milhares de dólares serão gastos de modo pior do que se fossem lançados fora, no próximo Natal e Ano Novo, em condescendências desnecessárias. Mas temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; e em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades vindouras uma ocasião para honrar e glorificar a Deus. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.

Cristo deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo.

Jesus, a Majestade do Céu, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu trono de glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer ao homem caído, debilitado nas faculdades morais e corrompido pelo pecado, auxílio divino. …

Os pais deviam trazer essas coisas ao conhecimento de seus filhos e instruí-los mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, em suas obrigações para com Deus – não suas obrigações de uns para com os outros, de honrarem-se e glorificarem-se uns aos outros por presentes e dádivas. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

Volver Os Pensamentos Dos Filhos Para Um Novo Canal

Há muita coisa que pode ser planejada com gosto e muito menos dispêndio do que os desnecessários presentes que são tão freqüentemente oferecidos a nossos filhos e parentes, podendo assim ser mostrada cortesia e a felicidade ser levada ao lar.

Podeis ensinar uma lição a vossos filhos enquanto lhes explicais a razão por que tendes feito uma mudança no valor de seus presentes, dizendo-lhes que estais convencidos de que tendes até então considerado o prazer deles mais que a glória de Deus. Dizei-lhes que tendes pensado mais em vosso próprio prazer e satisfação deles e de manter-vos em harmonia com os costumes e tradições do mundo, em dar presentes aos que deles não necessitam, do que em ajudar ao progresso da causa de Deus. Como os magos do passado, podeis oferecer a Deus vossos melhores dons e mostrar por vossas ofertas a Ele que apreciais Seu dom por um mundo pecaminoso. Levai os pensamentos de vossos filhos através de um canal novo, altruístico, incitando-os a apresentar ofertas a Deus pelo dom do Seu Unigênito Filho. Review and Herald, 13 de novembro de 1894.

Devemos Armar Uma Árvore de Natal?

Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore.

A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a Deus como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.

As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados. Deus é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar. Manuscrito 13, 1896.

Árvore De Natal Com Ofertas Missionárias Não é Pecado

Não devem os pais adotar a posição de que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Ponde-lhes diante do espírito objetos benevolentes. Em nenhum caso o mero divertimento deve ser o objetivo dessas reuniões. Conquanto possa haver alguns que transformarão essas reuniões em ocasiões de descuidada leviandade, e cujo espírito não recebeu as impressões divinas, outros espíritos e caracteres há para quem essas reuniões serão altamente benéficas. Estou plenamente convicta de que inocentes substitutos podem ser providos para muitas reuniões que desmoralizam. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

Providenciar Recreação Inocente Para o Dia

Não vos levantaríeis, meus irmãos e irmãs cristãos, cingindo-vos a vós mesmos para o dever no temor do Senhor, procurando arranjar este assunto de tal maneira que não seja árido e desinteressante, mas repleto de inocente prazer que leve o sinete do Céu? Eu sei que a classe pobre responderá a estas sugestões. Os mais ricos também devem mostrar interesse e apresentar seus donativos e ofertas proporcionalmente aos meios que Deus lhes confiou. Que se registrem nos livros do Céu um Natal como jamais houve em virtude dos donativos que forem dados para o sustento da obra de Deus e o reerguimento do Seu Reino. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

Programa Evidências: O Deus Desconhecido

Neste programa o professor Rodrigo Silva, Especialista em Arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém e professor do Centro Universitário Adventista Unasp Campus II em Engenheiro Coelho, estará falando sobre a Mitologia Grega. Impressionante, porque existe um trecho da Bíblia em Tito, que fala que um dos profetas chama os Gregos para que abandonem os seus mais de 30 mil deuses e se rendam ao Deus verdadeiro, que é o Deus que Paulo menciona para os gregos como o Deus desconhecido. Afinal de contas, é possível usar a mitologia grega e poder aprender mais de Deus?

Para Assistir aos Vídeos Clique sobre os links abaixo

Parte 01 / Parte 02 / Parte 03

Assista os Vídeos da Série de Estudos Paz para Viver com Alejandro Bullón

A história do “Vaso Novo”

Você já ouviu aquela música que diz: “Eu quero ser, Senhor amado, como um vaso nas mãos do oleiro”? É realmente uma linda canção, não é mesmo? Sua letra está baseada num texto de Isaías 64:8, que diz: “Mas agora, ó Senhor, Tu és nosso Pai; nós o barro, e Tu o nosso oleiro; e todos nós obra das Tuas mãos.”

O oleiro era justamente o profissional que fabricava jarros, vasos e outros artefatos de barro. Ele rodava a argila numa espécie de disco de madeira e habilmente ia dando forma à peça com suas mãos hábeis. Se o resultado final não fosse bom, ele amassava de novo o barro e começava tudo de novo até ficar com a forma desejada. Somente então, ele colocava a peça para secar ao sol ou em fornos, para depois ser vendida no mercado.

Nos tempos bíblicos, os vasos de argila eram bastante usados pelas pessoas em geral. Eles eram essenciais para os trabalhos do dia-a-dia. Cacos de antigos vasos são o que mais se encontram nas escavações arqueológicas das terras bíblicas. Muitos deles eram enterrados no chão das casas e serviam como uma espécie de silo onde o trigo e os grãos poderiam ser estocados sem estragar.

Uma vez que a cor e o formato das cerâmicas mudavam periodicamente, os vasos (ainda que quebrados) tornam-se muito úteis na hora de o arqueólogo estabelecer a data de um sítio. Ou seja, pelo tipo de vasos encontrados numa casa, dá para saber o período aproximado em que determinada família ocupou aquele lugar.

Povos antigos também usavam os vasos para tirar água das cisternas e levar para casa, onde ficaria estocada mantendo uma temperatura agradável. Aliás, ainda hoje algumas famílias de beduínos (grupo de pessoas que moram no deserto) conservam o costume de estocar alimentos e água em grandes vasos de barro. Eu mesmo já tive a oportunidade de ficar num acampamento de beduínos no deserto de Bayuda (que faz parte do Saara) onde havia vários vasos de barro guardando alimento. Apesar do calor, a água que me serviam era fria e agradável. Parecia até que tinha ficado por alguns minutos na geladeira…

Os vasos também permitiam aos antigos estocar vinho e óleo que, enterrados no chão, mantinham uma temperatura fresca fazendo com que o conteúdo não ficasse morno devido ao intenso calor.

Agora que você sabe a importância do vaso para o dia-a-dia dos povos antigos fica fácil compreender porque a Bíblia compara nossa vida a um vaso que está saindo das mãos do oleiro. Deus, o nosso Oleiro, nos fez com muito carinho. Ele nos modela a cada dia de nossa vida e nos pede para sermos como um bom vaso de barro, estocando em nosso interior as águas do amor de Cristo.

 

Autor: Rodrigo Silva - Professor de Novo Testamento no Centro Universitário Adventista e especialista em Arqueologia.
Fonte  http:\\www.arqueologiadabiblia.com)

O fim do mundo será em “2012”

Ontem (11 de novembro de 2009) recebi o telefonema de um amigo que estava preocupado com o fim do mundo por causa do filme de Roland Emmerich, que coloca o tempo do fim em 21 de dezembro de “2012” (nome do filme). A data é sugerida por um Calendário da civilização Maia (cultura mesoamericana pré-colombiana).

A mídia tem aumentado a curiosidade pela ficção ao afirmar que um planeta de nome fictício (Nibiru) “entrará em choque com a Terra”. Basta você acessar o Google, digitar “2012” e encontrará uma enxurrada de “informações” sobre a “nova moda apocalíptica”. Para não cairmos nessa onda de euforia, é importante termos em mente que:

1) O Calendário Maia não é o Calendário de Deus;

2) Um filme que se propõe a ter sucesso de bilheteria por uns bons anos JAMAIS passará DE VERDADE a ideia que o mundo acabará em menos de três anos;

3) O “tempo do fim” na Bíblia é o fim do pecado e das consequências trágicas trazidas à humanidade (a principal, a morte. Ver Romanos 6:23). O “fim” ocorrerá por ocasião da volta gloriosa de Jesus (Apocalipse 1:17; Mateus 24:30, 31; 2 Pedro 3:10-13);

4) O Apocalipse não é sinônimo de catástrofes. O nome grego do último livro da Bíblia significa “Revelação” e, por isso, está relacionado com esperança e não com calamidades, como é passado pelos veículos de comunicação sensacionalistas. É nesses pontos que irei me deter, de maneira breve.

O CALENDÁRIO DE DEUS NÃO É O MESMO UTILIZADO PELOS MAIAS

Não devemos negar a dedicação dos Maias no estudo, especialmente da astronomia. Todavia, o tempo de Deus não é o tempo do ser humano. O “Calendário Divino” que aponta os sinais da volta de Cristo são: o capítulo 24 de Mateus, o capítulo 21 de Lucas e o capítulo 6 do livro do Apocalipse, entre outros. O Calendário de Deus não é numérico, mas, profético.

Portanto, o que os Maias dizem a respeito do fim do mundo deve ser desconsiderado por todo aquele que acredita na Bíblia e que ao menos tem bom senso.

DEUS TEM A HISTÓRIA NAS MÃOS DELE

Daniel 2 e Gálatas 4:4 mostram que os acontecimentos históricos estão nas mãos do Criador. De que maneira? Daniel 2 apresenta com milênios de antecedência o surgimento dos quatro grandes impérios mundiais (Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma) e dos países da Europa. Esses reinos e países são representados pelas diversas partes da estátua com a qual o rei de Babilônia sonhou . A grande estátua foi a forma didática de Deus comunicar a ele – e a nós – que só o Criador sabe o futuro e que Ele o tem sob Seu domínio.

Já Gálatas 4:4 nos ensina que Jesus veio pela primeira vez a esse mundo na “plenitude do tempo…” Portanto, se a primeira vinda de Cristo não foi “de qualquer jeito”, sem um planejamento Divino, a segunda vinda (Tito 2:13) também não será! Deus é organizado (1 Coríntios 14:34, 40) e sabe o tempo certo para cumprir Suas profecias que estão intimamente relacionadas com a nossa felicidade.

O TEMPO DO FIM

Biblicamente, o tempo do fim já começou em 1798. Isso é facilmente compreendido quando estudamos a profecia dos 1260 dias em Apocalipse 12:6, aprendemos que a igreja de Deus seria perseguida pelo dragão (Satanás e o império romano, aliado à Roma papal) por 1260 anos. (Em profecia, um dia equivale um ano. Ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6, 7. Portanto, 1260 anos). Isso ocorreu de 538 a 1798, quando o general de Napoleão, Bertier, levou preso, da Capela Sistina, o papa Pio XI, dando um fim ao domínio perseguidor papal. O padre Jesuíta Joseph Rickaby disse que, quando o Papa Pio VI faleceu (ficou exilado depois de sua prisão), “a metade da Europa pensou que, junto com o papa morrera também o papado”. (MAXWELL, Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, p. 337).

A partir do ano de 1798 entramos no tempo do fim por que o poder papal havia sido “ferido” (Apocalipse 13:3) e também pelo fato de, em 1844 (de acordo com as profecias de Daniel 8:14 e Daniel 9), Deus ter começado Sua obra de avaliar a vida de cada ser humano (juízo antes da volta de Cristo – 1 Pedro 4:17) para mostrar ao universo quem realmente permaneceu fiel a Deus (2 Coríntios 5:10). Leia também Apocalipse 14:6, 7 e verá que Deus nos convida a nos prepararmos “pois é chegada a hora do seu juízo”.

Sendo que já estamos no tempo do fim; e que esse tempo culminará com a volta de Jesus Cristo para acabar com o pecado e a maldade que nos atormenta, não fica difícil entendermos que o mundo de pecado não chegará ao fim por que “um planeta se chocará com a terra”. Depois que todos os seres humanos tiverem oportunidade de se arrependerem dos seus erros e de aceitarem (ou não) o plano de Deus para salvá-los (2 Pedro 3:9), Jesus voltará em glória e majestade: “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25:31-34.

• Para alguns, a volta de Jesus será o fim (Apocalipse 6:14-17).
• Para outros, o começo de uma nova vida (Isaías 25:9; Apocalipse 21:4).

Tudo irá depender das escolhas que fazemos a cada dia.

APOCALIPSE: O LIVRO DA ESPERANÇA

Como afirmei anteriormente, o termo “Apocalipse” significa “Revelação”. Não é um livro de tragédias ou mesmo “lacrado”, mas, a revelação de Deus de que há esperança para nosso mundo. Percebemos a mensagem de esperança do livro em vários textos. Eis alguns:

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17.

“Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações” Apocalipse 2:26.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Apocalipse 3:13.

“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.” Apocalipse 3:21.

Há motivo para temer um livro tão belo e importante para nossos dias? Claro que não! Mesmo porque a “bendita esperança” (Tito 2:13) que possibilitará o cumprimento dessas promessas (esse bendita esperança é também a mensagem principal do livro) é o retorno de Cristo a esse mundo! Não é por acaso que o apóstolo João finaliza o livro radiante de alegria e cheio de esperança:

“Aquele que dá testemunho destas coisas [Jesus Cristo] diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22:20.

PARA O AUTOR DO FILME “2012”, O MUNDO NÃO ACABARÁ NESSE PERÍODO…

De acordo com o site http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1418115&seccao=Cinema:

“Emmerich anunciou que vai fazer uma continuação para TV de 2012, e mostrar o que aconteceu após a grande catástrofe. O título: 2013 (Grifos acrescentados).

Veja que nem mesmo o autor quer que o mundo acabe em 2012, pois, ele deseja escrever outro roteiro, para mais um filme. Portanto, julgar a criatividade de um profissional como sendo “a Palavra de Deus”; e permitir que qualquer alarme vindo de extremistas nos assuste, é imaturidade espiritual e desconhecimento das Escrituras, que afirmam que “o dia e a hora [da volta de Jesus] ninguém sabe…” (Mateus 24:36).

A falta de estudo da Bíblia e a disposição do ser humano em acreditar em qualquer coisa são fatores decisivos para criar esse tipo de medo desnecessário.

Em todos os momentos de nossa vida, quando “uma revelação nova” é exposta diante de nós, precisamos ser cristãos maduros na fé “Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” Efésios 4:14.

Para maiores informações sobre a mensagem do Apocalipse, recomendo a leitura do excelente livro Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell. Pode ser adquirido com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo site www.cpb.com.br ou pelo telefone 0800-979 0606.

Um abraço,

Leandro Quadros.

fonte:/Na Mira da Verdade

2012 – O Ano da Profecia

Acesse!

http://www.ofimdomundo.com.br

O fim do mundo 2012

Embalado pelo filme 2012 e as especulações populares sobre este tema, a Igreja Adventista do Sétimo Dia lançou um site sobre a verdade sobre o fim do mundo. Colocou o documentário EVENTOS FINAIS e o filme adventista A ÚLTIMA BATALHA para serem assistidos gratuitamente no site. Também disponibilizou uma linha de telefone para responder as dúvidas dos leitores.

A Igreja verdadeira finalmente está mostrando ao que veio. Deus está orgulhoso dela!

Microfotografias do corpo humano


Células vermelhas do sangue


Ponta de um fio de cabelo danificado


Neurônios


Células dos pêlos de uma orelha


Vasos sanguíneos emergindo do nervo ótico


Papila gustativa


Coágulo sanguíneo (a parte mais clara é um leucócito)


Alvéolos pulmonares


Mucosa do intestino delgado


Óvulo humano sobre a cabeça de um alfinete


Espermatozoides tentando fecundar o óvulo


Óvulo fertilizado, com alguns espermatozoides remanescentes


Embrião humano de seis dias alojado na parede do útero

Nota: Entre as coisas que me impressionam quando contemplo a complexidade da vida, tanto em nível micro quanto em nível macro, é o fato de que todos os tipos de células, tecidos e órgãos provieram de uma única célula que trazia em si toda a informação genética necessária para fazer de nós o que somos. A condução desse processo de diferenciação e especialização deve ser perfeita (e deve ter sido sempre perfeita) desde o início, senão as aberrações deveriam ser a regra. “Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem!” (Salmo 139:14).

fonte:/criacionista.blogspot.com

Veja dá barrigada histórica

Na materia da revista Veja ( O Fim do Mundo) ocorre um  equívoco ao chamar Guilherme Miller de “adventista”. Na verdade, Miller era batista e nunca se tornou adventista do sétimo dia, como alguns confundem. José Bates, Tiago White e Ellen Gould Harmon, esses, sim, podem ser considerados três dos fundadores do movimento que viria a ser conhecido como Igreja Adventista do Sétimo Dia. Embora esses e milhares de outros cristãos tenham passado pelo desapontamento de 1844 (devido à má interpretação do evento previsto nas profecias de Daniel para aquele ano), a Igreja Adventista, oficialmente organizada em 1863, nunca marcou datas para a volta de Jesus, como aconteceu com as testemunhas de Jeová, por exemplo. Para mais detalhes sobre a história do milerismo e do adventismo, clique aqui.

(*) Em jornalismo, “barrigada” é o erro cometido geralmente por falta de apuração adequada.

Ingestão de marisco aumenta risco de diabetes

A ingestão regular de peixe branco e gordo protege contra o desenvolvimento da diabetes tipo 2. No entanto, a ingestão de marisco parece ter um efeito contrário, revela um estudo publicado na revista Diabetes Care. Para esse estudo, os pesquisadores da University of Cambridge, no Reino Unido, contaram com a participação de 9.801 homens e 12.183 mulheres saudáveis, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, os quais forneceram dados relativos ao seu consumo semanal de marisco e peixe branco, nomeadamente, bacalhau, linguado ou peixe gordo, como a cavala, arenque, atum e salmão. [Leia mais]
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