CNN destaca princípios da Igreja Adventista

CNN é um dos principais meios de comunicação do mundo.

Brasília, DF… [ASN] Os princípios da Igreja Adventista do Sétimo Dia foram destaque em uma das principais redes de comunicação do mundo, a norte-americana Cable News Network (CNN). A reportagem foi produzida porque nesta terça-feira, 27, institutos de pesquisa dos Estados Unidos apresentaram dados que mostraram uma virada nas intenções de voto dos norte-americanos às primárias eleitorais republicanas. Antes o cenário vinha sendo dominado pelo candidato Donald Trump. Agora, com quatro pontos percentuais à frente, aparece o médico adventista Ben Carson, com 26% de intenções contra 22% de Donald Trump, segundo colocado.

Com estes resultados, a mídia norte-americana intensificou suas análises sobre a vida do neurocirurgião aposentado Ben Carson, com destaque para suas crenças religiosas. Dentre as inúmeras matérias que estão sendo feitas abordando esta temática, chamou a atenção nesta quarta-feira, 28, o artigo escrito por Daniel Burke, editor de religião da CNN. Em seu texto, intitulado No que os adventistas do sétimo dia como Ben Carson acreditam, o articulista detalhou algumas crenças adventistas, alegando que o próprio rival, Donald Trump, mencionou que não sabe nada sobre a fé vivida por Carson. Burke ainda afirma que muitos americanos também não sabem quase nada sobre a Igreja Adventista, que celebrou, em 2013, 150 anos de existência.

O artigo da CNN menciona que há um milhão de adventistas nos Estados Unidos, cerca de 18 milhões ao redor do mundo e oferece um “breve curso” sobre três crenças fundamentais da Igreja que são compartilhadas por outros protestantes e evangélicos. O texto comenta que (destaque em itálico para trechos traduzidos do original):

1) Os adventistas acreditam na Bíblia como a infalível palavra de Deus. Honram as Escrituras como um recurso inquestionável de sabedoria, inspiração e guia. A Igreja diz que “em Sua Palavra Deus deu ao homem o conhecimento necessário para a salvação”. Um aspecto interessante neste item foi a menção clara de que os adventistas acreditam na literalidade da Bíblia e, portanto, na literalidade de Gênesis 1, que destaca o criacionismo, ou seja, a ideia de que Deus criou o mundo em seis dias.

2) Os adventistas acreditam que Jesus veio para salvar os humanos dos seus pecados. Adventistas, como outros cristãos, também acreditam nos dois outros membros da Trindade: Deus, o Pai, e o Espírito Santo. A salvação vem através do arrependimento dos pecados e da fé em Jesus, mas a graça é finalmente garantida somente por Deus.

3) Os adventistas acreditam nos conselhos bíblicos contra o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Seguindo para a parte final do artigo, Daniel Burke cita outras quatro doutrinas que são exclusivas dos adventistas do sétimo dia:

1) Os adventistas guardam o sábado, o “sétimo dia”. Os adventistas consideram o sábado santo e guardam esse dia, como Deus fez, no sétimo dia da semana da criação, de acordo com a Bíblia. O autor ainda explica que os adventistas também consideram bons exemplos sobre esse assunto o fato dos judeus terem guardado esse dia no Velho e Novo Testamentos, e Jesus ter seguido este hábito no Novo Testamento.

2) Os adventistas não acreditam no inferno. Diferentemente de outros cristãos, os adventistas não acreditam no inferno como um lugar com lagos de fogo e tormento eterno. Isto porque a Igreja não encontra um local como este literalmente descrito na Bíblia, explica Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington. … Adventistas também argumentam que um Deus de amor não condenaria Seu povo – mesmo pecadores – a uma punição sem fim. Na visão da Igreja, quando as pessoas morrem, elas ficam como que dormindo no pó da terra até a segunda vinda de Jesus, quando Ele julgará os vivos e os mortos. Os bons irão para o céu e os maus serão aniquilados.

3) Eles acreditam que a segunda vinda de Jesus é iminente.

4) Os adventistas acreditam nas visões e profecias de Ellen White. Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington, diz que os adventistas acreditam na Bíblia como a autoridade final, e nos escritos de Ellen White como “uma luz menor que aponta para a luz maior” – ou seja, as Escrituras Sagradas.

Repercutindo estes artigos que estão sendo publicados na imprensa norte-americano, jornais brasileiros também estão abordando essa temática, analisando a fé do candidato republicano Ben Carson.

O blogueiro Guga Chacra, do Estadão, por exemplo, redigiu um texto com o título Qual o significado de Ben Carson ser líder nas primárias republicanas? em que destaca que os norte-americanos estão optando por um candidato “super conservador”. Ao analisar o perfil de Carson, Guga enfatizou os seguintes aspectos: ele é radicalmente contra o aborto, os direitos dos homossexuais e questiona a ciência em relação ao aquecimento global ser causado pelo homem e diz acreditar na teoria da criação (Adão e Eva). [Equipe ASN, Márcia Ebinger]

fonte:/adventistas.org

Preservando a memória

“Pouco se sabe no Brasil, nos meios adventistas, sobre a disseminação da mensagem entre nosso povo. Pouco ou quase nada um membro da igreja pode relatar sobre a época em que a tríplice mensagem [referência a Apocalipse 14:6-10] raiou no Brasil, através do porto de Itajaí, em Santa Catarina. A triste realidade é que a igreja não teve meios para conservar sua memória histórica…” (Ivan Schmidt, José Amador dos Reis – Pastor e Pioneiro, p. 9). Enquanto pensava no tipo de projeto final que eu deveria fazer para alcançar o grau de bacharel em Jornalismo, concluindo assim os quatro anos de faculdade na Universidade Federal de Santa Catarina, deparei-me com o texto citado acima. “E por que não?” – disse para mim mesmo – “Por que não fazer uma reportagem sobre o início da obra da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil?”

 

Naquele momento, escolhi meu projeto. Os seis meses seguintes foram dedicados à pesquisa sobre pessoas e fatos que fizeram história no meio adventista mas que, infelizmente, em boa parte foram esquecidos.

Nos primeiros dois capítulos deste livro, fiz uma breve introdução de como teve início a história da Igreja Adventista no mundo. Em seguida, procurei contextualizar a chegada da mensagem no processo da colonização alemã no Vale do Itajaí-Mirim – berço do adventismo no Brasil. Para isso, tive de gastar bom tempo em pesquisas sobre o assunto, principalmente no Museu Histórico do Vale do Itajaí-Mirim, em Brusque.

Como os fatos relatados (referentes à chegada do adventismo ao Brasil) ocorreram há mais de um século e, como já disse, poucos são os registros sobre eles, tive de contar principalmente com informações obtidas nas entrevistas com os parentes dos pioneiros – a maioria netos e bisnetos – e com os raros livros e artigos publicados em revistas denominacionais.

Passei horas agradáveis entrevistando pessoas e rememorando situações inspiradoras. Tive o prazer de caminhar por lugares históricos. Conheci a casa onde ficava o armazém de Davi Hort, local onde foi aberto o primeiro pacote de literatura adventista; o rio onde foram batizados os primeiros conversos; a primeira igreja adventista do sétimo dia no Brasil, no bucólico vale de Gaspar Alto; o púlpito de onde foram pregados os primeiros sermões no pequeno templo; a casa-dormitório dos estudantes da primeira Escola Missionária Adventista do Brasil e os cemitérios da Esperança (em Gaspar Alto, SC) e dos Pioneiros (na Fazenda Passos, RS), onde estão sepultados os pioneiros do movimento adventista.

pioneiros

Coletadas as informações, a questão agora era: Como escrever sobre tudo isso? Que estilo usar? Um texto bíblico do profeta Habacuque me deu a idéia. Ele, que viveu cerca de 600 anos antes de Cristo, conhecia as técnicas modernas de escrever melhor do que muitas pessoas, hoje: “Vou subir a minha torre de vigia e vou esperar com atenção o que Deus vai dizer e como vai responder à minha queixa. E o Deus Eterno disse: ‘Escreva em tábuas a visão que você vai ter, escreva com clareza o que vou lhe mostrar, para que possa ser lido com facilidade’” (Hb 2:1, 2).

O profeta se colocou num ponto estratégico: na torre de vigia. Um local onde, ao mesmo tempo em que se mantinha próximo a Deus, podia observar o que acontecia ao seu redor, o que falava o povo, quais as tendências sociais da época, para onde ia o rei…

“Para que possa ser lido com facilidade.” “Prender” o leitor o tempo suficiente para ler nossa mensagem é realmente um desafio. Era no tempo de Habacuque e é muito mais em nosso mundo agitado. Por isso, o escritor deve mobilizar recursos que envolvam o leitor e o façam prosseguir na leitura.

Como o simples relato cronológico dos eventos seria monótono, utilizei recursos próprios da literatura, como reconstituição de cenas e diálogos. Afinal, “em termos modernos, a literatura e o jornalismo são vasos comunicantes, são formas diferentes de um mesmo processo”, diz o crítico Boris Schnaiderman, citado no livro Páginas Ampliadas – O Livro Reportagem como Extensão do Jornalismo e da Literatura, p. 139.

No mesmo livro, à página 142, o autor Edvaldo Pereira Lima, jornalista, escritor e pesquisador, diz que “os norte-americanos aplicam o termo jornalismo literário para designar a narrativa jornalística que emprega recursos literários. Os espanhóis a denominam de periodismo informativo de creación. Esse emprego é necessário porque, para alcançar poder de mobilização do leitor e de retenção da leitura por sua parte, a narrativa de profundidade deve possuir qualidade literária”.

Apesar de o público alvo deste trabalho serem os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pensei também nos possíveis leitores que não pertencem à igreja. Assim, encontraremos, por exemplo, um casal de alemães em Brusque “lendo” sobre a segunda vinda de Cristo e Roberto Fuckner “demonstrando” à esposa o porquê de ter-se decidido pela observância do quarto mandamento – o sábado – como dia sagrado.

Embora tenha procurado ser imparcial ao narrar os eventos – como deve procurar fazer todo jornalista –, admito que exalto com apaixonado entusiasmo a obra e os feitos realizados pelos pioneiros do movimento adventista. O leitor saberá compreender que o livro foi escrito por alguém que pertence ao movimento e defende sua filosofia e, por isso mesmo, não pretende divorciar-se de seus valores para atingir uma impossível perspectiva neutra.

Finalmente, os agradecimentos. Seria impossível mencionar todas as pessoas que, de forma direta ou indireta, contribuíram para que este trabalho fosse desenvolvido. Mesmo assim, não poderia deixar de agradecer às senhoras Paulina Gohr e Neli Bruns, a Augusto Alfredo Fuckner, Hilza Fuckner, Clara B. Hort, Henrique Carlos Kaercher e Herta Hort Kaercher, Marta Hort Rocha e Diomar Donato da Rocha, Eliseu Calson e Iria Calson (bondoso casal que me hospedou enquanto coletava dados em Gaspar Alto), Arnoldo Schirmer e Edith Belz Schirmer, Helmut Schirmer, Evaldo Belz (neto de Guilherme Belz), Edegardo Max Wuttke (o incansável pesquisador) e pastor Cláudio Belz (bisnetos de Guilherme Belz, que me franquearam seus arquivos de família e partilharam singelas recordações), Otto Kuchenbecker (responsável pelo Museu Histórico do Vale do Itajaí-Mirim, que me concedeu acesso aos arquivos do museu), Olinda Hort Schmitt, pastor Ivo Pieper (distrital de Jaraguá do Sul, na época), pastor José M. de Miranda (então distrital de Brusque) e sua esposa Rosemarie (por todo auxílio prestado na obtenção de informações na região de Brusque), Erich Olm (advogado da Divisão Sul-Americana) e ao seu pai Germano Willy Olm (neto de Augusto Olm, o primeiro ancião da IASD, no Brasil), aos pastores Wilson Sarli (ex-diretor da Casa Publicadora Brasileira) e José Silvestre (diretor de Jovens da Associação Paulistana), ao Arquivo Histórico de Itajaí. Agradeço, também, à professora e jornalista Neila Bianchin pelo acompanhamento e orientação na elaboração deste trabalho e ao professor e jornalista Dr. Nilson Lage pela copidescagem do texto original. Mas, sobretudo, agradeço ao Criador por me conceder o privilégio de lidar com assunto tão inspirador. Cresci muito com este projeto e passei a sentir ainda mais “orgulho” da fé que professo – o que espero transmitir a você, leitor.

Esta reportagem resumida e adaptada ao blog (lançada integralmente em forma de livro pela Casa Publicadora Brasileira, em 2000, com o título A Chegada do Adventismo ao Brasil) não é um apanhado de biografias. É antes a “biografia” de uma mensagem que transpõe barreiras étnicas e geográficas; atravessa o tempo e alcança pessoas de diversas idades e culturas (alcançou-me em 1989). Uma mensagem de esperança que tem o poder de transformar vidas, mudar corações. Uma mensagem que, segundo Manoel Margarido, ex-diretor de colportagem da União Sul-Brasileira da IASD, “está voando celeremente nas asas aurifulgentes da página impressa, deixando um rastro luminoso de [pessoas] esclarecidas. O seu vôo … será ininterrupto, até que a mensagem resplandeça com grande poder em todo o mundo” (Revista Mensal, abril de 1930, p. 2).

Meu sincero desejo é que este livro possa ser uma justa homenagem aos homens e mulheres que dedicaram a vida para estabelecer a obra adventista no Brasil. Ao mesmo tempo, espero alcançar uma classe muito especial da igreja: os jovens. Que esta leitura possa inspirá-los com o exemplo dos bravos pioneiros que não mediram esforços ao lutar por aquilo em que acreditavam.

Michelson Borges
Tatuí, março de 2000

 

fonte://www.adventismo.criacionismo.com.br/

Documentos mostram que tsunami atingiu costa brasileira no século XVIII

Tsunami atingiu costa brasileira no terremoto de Lisboa

Estima-se que 30 mil pessoas morreram após uma onda gigante atingir o Nordeste. Ela pode ter chegado com uma altura que varia de 2 a 6 metros. Esse terremoto ocorrido em 1755 é um dos sinais que marcaram o início do tempo do fim, segundo as profecias de Daniel e Apocalipse. (Clique aqui para assistir à reportagem.)

O que não significa o Natal?

Jesus nasceu em meio à simplicidade indicando o que seria Seu modo de vida e Seu ministério.

O título pode soar estranho, mas a intenção é fazer um forte convite à reflexão. Para abrir um pouco mais nossa mente nesse período de forte sensibilização de boa parte do mundo cristão por conta do Natal. É muita festa, muita comilança, muitos gastos, endividamentos, reuniões sociais, mas pouco pensamento sobre o conceito deixado especialmente no relatório dos evangelistas. O nascimento de Jesus foi um episódio marcante por duas razões bem claras. Primeiro, porque mudou os rumos do cenário político e religioso do mundo até hoje. Segundo, porque cada detalhe desse nascimento dá clareza sobre o significado do tal episódio.

Quer saber o que foi o nascimento de Cristo? Então leia com atenção alguns recortes desse registro histórico. E tenha uma ideia mais ampla do que foi aquele momento singular. O espaço aqui é limitado, por isso vou me deter nos detalhes que “gritam” lições.

Jesus nasceu a partir de um milagre

Não necessito recordar o texto bíblico, mas a concepção de Jesus foi um ato miraculoso. Maria ficou grávida do Espírito Santo. Então Seu nascimento tem muito mais a ver com uma operação divina do que com ideias e genialidades humanas. Se há uma primeira palavra com que associar Natal é milagre, ou seja, aquilo que somente Deus Onipotente pode fazer.

Jesus nasceu em um lugar super simples e onde ninguém gostaria de nascer

Pense racionalmente. Você, que é pai ou mãe, gostaria que seu filho nascesse em um estábulo, em um chiqueiro ou em um pasto próximo de animais? Nem preciso imaginar muito a resposta. Claro que não! Pais escolhem as melhores maternidades, os melhores médicos, os melhores quartos e pagam o que for necessário para que o filho nasça cercado dos maiores cuidados possíveis.

O nascimento de Jesus foi o oposto disso. Ele veio à luz em uma manjedoura no meio dos bichos. Sem glamour, sem ostentação, sem a estrutura médico-hospitalar que poderia se ter à época.

Jesus nasceu em meio à simplicidade indicando o que seria Seu modo de vida e Seu ministério. Humilde desde o início. Humildade tem muito a ver com o Natal.

Os primeiros visitantes de Jesus foram pastores e não reis

Apesar da célebre menção à visita dos sábios orientais, quem primeiro apareceu para ver o menino Jesus foram pastores. Classe de gente pouco relevante no cenário social da região. Mas gente que percebeu espiritualmente que estava diante de si alguém além de um simples recém-nascido. Conseguiram enxergar além. Viram e assimilaram o que muitos nunca viram, nem assimilaram e ainda muitos não veem hoje. Visão espiritual, portanto, pode ser muito bem associada ao nascimento de Jesus.

Os presentes que Jesus recebeu eram reconhecimento espiritual e não consumismo

Os sábios ou magos (em algumas versões) do oriente chegaram até Belém por estudos religiosos. Foram até Jesus para adorá-LO, não para esbanjar ou se exibir com presentes caros. Deram o que tinham de melhor com a clara intenção de declarar que estavam diante de Alguém muito especial. Nada de consumismo exagerado pré-final de ano, enfeites caros para um pinheirinho ou vontade incontida de comer desenfreadamente. O recorte da cena dos magos com Cristo e Seus pais evidencia senso de adoração. O enfoque não eram e nunca deveriam ser os presentes e tudo o que foi criado em torno disso para consolidar o comércio e fortalecer tradições completamente descoladas da história bíblica (Papai Noel, por exemplo, o ícone que prevalece fortíssimo). O foco era Jesus, o adorado, porque simplesmente é Deus.

Não vou me deter quanto à data de nascimento de Cristo porque historicamente já se sabe que é muito improvável que tenha sido no dia 25 de dezembro. Ao mesmo tempo, é saudável a reunião familiar que se estabelece nessa data e onde as pessoas se encontram para agradecer por mais um ano. Comem suas refeições juntas, alegram-se, mas, acima de tudo, precisam lembrar do Cristo simples nascido para ser adorado e que tudo isso é um grande milagre. No caso, para quem acredita e se beneficia dessa crença, o milagre da salvação, a graça imerecida para os seres humanos pecadores.

Quando o centro dessas festividades de final de ano é Jesus os conceitos de vida são diferentes e perceptíveis na vida das pessoas. É o que mais ou menos aconteceu com gente como John Wesley, idealizador do Metodismo. Li, em uma revista chamada Conexão artigo sobre o reformador e um dos natais passados por ele entre os anos de 1778 e 1791. Lá dizia que, entre 25 de dezembro e começo de janeiro, o já idoso religioso fez celebrações e também saiu a distribuir carvão e pão para os pobres a fim de diminuir o impacto do frio impiedoso da Europa nessa época. Em um dos episódios, ficou registrado que Wesley saiu às ruas repletas de neve para angariar 200 Libras e comprar roupas para os necessitados.

É o que ocorreu, também, com a escritora adventista Ellen White, uma das 100 norte-americanas mais influentes de todos os tempos segundo prestigiada revista da área de museus e história dos Estados Unidos. No livro O Lar Adventista, ela diz que “tenho dito a minha família e meus amigos. É meu desejo que ninguém me dê presentes de aniversário ou de Natal, a não ser com a permissão de transferi-los ao tesouro do Senhor para serem usados no estabelecimento de Missões”.

Wesley e Ellen White mostram que Natal tem tudo a ver com solidariedade, abnegação e envolvimento em causas maiores do que as que fazem parte do nosso mundinho egoísta. É um tempo propício para não pensar em si mesmo, mas nos outros.

Tentando responder, então, à pergunta do título, penso até que nem é necessário gastar mais linhas nisso, certo?

Se você entender bem o que significa o Natal, compreenderá que todo o resto é qualquer outra coisa menos algo relacionado a um dos maiores acontecimentos de todos os tempos do planeta: o nascimento não apenas de uma criança, mas a vinda do Messias espiritual prometido à humanidade.

fonte:/adventistas.org

Menino conta história bíblica do nascimento de Jesus

Benício mora em Recife e frequenta com os pais a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Brasília, DF … [ASN] O garoto Benício Rios, conhecido no mundo cristão por alguns vídeos sobre temas relacionados à Bíblia, deixou gravada uma mensagem especial sobre o nascimento de Jesus. A produção técnica é do pai, o produtor audiovisual Elias Leite. Benício já gravou vários outros vídeos, alguns deles com milhares de visualizações. Com uma linguagem simples, típica de uma criança, o menino tem narrado várias histórias presentes no livro sagrado do cristianismo.

No vídeo do Natal, o menino chama a atenção para uma busca grande pelo consumismo de presentes e comida e pouco interesse pela figura de Jesus que, segundo a ideia do vídeo, é o mais importante a ser lembrado nessa época do ano. [Equipe ASN, da Redação]

fonte:/adventistas.org

Presidente Mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia diz que Lúcifer quer destruir Igreja Adventista

Ted N. C. Wilson, presidente mundial da Igreja Adventista, prega o sermão de sábado no Concílio Anual em 11 de outubro [foto: adventistmissionary files]

O PRESIDENTE MUNDIAL DOS ADVENTISTAS INSTA OS LÍDERES DA IGREJA A PERMANECEREM FIRMES COM A BÍBLIA, AINDA QUE SEUS ENSINOS SEJAM DESPREZADOS COMO POLITICAMENTE INCORRETOS.

October 11, 2014 | Silver Spring, Maryland, Estados Unidos | Andrew McChesney/Adventist Review

Ted N. C. Wilson, líder mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, disse que Satanás estava usando todos os meios à sua disposição para tentar destruir a Igreja Adventista e neutralizar a sua missão de anunciar que Jesus em breve vem.

Wilson, falando num seu costumeiro sermão pastoral anual para os pastores, disse que as táticas do diabo incluem o ecumenismo, as formas de adoração carismáticas, e ataques à compreensão profética bíblica, e disse que sentiu os golpes pessoalmente nas últimas semanas, com a morte de um neto nascido prematuramente e a descoberta de que dois outros netos sofrem graves problemas de saúde.

Mas ele pediu aos líderes da Igreja no Concílio Anual–importante reunião administrativa da denominação–para acompanhá-los em submissão a Deus e tomarem uma posição unificada quanto às crenças bíblicas distintivas da Igreja Adventista, independentemente de que tais ensinamentos sejam ridicularizados como impopulares ou politicamente incorretos.

“Nessas perigosas cenas finais da história da Terra, lembrem-se que o diabo está tentando neutralizar qualquer coisa e tudo o que fazemos, mesmo neste Concílio Anual”, Wilson disse ao auditório lotado na sede mundial da Igreja em Silver Spring, Maryland. “Através do poder de Deus, sejamos totalmente respeitosos, como Cristo exemplificou, e amoráveis em nossas discussões e trocas de opinião durante este Concílio Anual sobre qualquer tema que venhamos a tratar”.

O Concílio Anual tem várias questões-chave para discussão, incluindo se a Igreja a nível mundial deveria rever algumas das formulações de suas 28 crenças fundamentais e estender a ordenação a mulheres. Os 338 membros do Concílio Anual decidirão se enviam essas questões para uma votação final em julho do próximo ano durante a Assembleia da Associação Geral, o órgão superior da Igreja globalmente.

Wilson expressou gratidão a Deus por inspirar um “belíssimo espírito” em reuniões que antecederam as seções do Concílio Anual entre os líderes da Igreja de todo o mundo. Ele compartilhou um apelo da Associação Geral e de presidentes de Divisão aos delegados do Concílio Anual, pedindo que sigam agindo como Cristo, mesmo que surjam diferenças de opinião.

“Nosso comportamento e atitudes humildes, mediante o poder de Deus, falarão volumes àqueles que estão assistindo”, disse ele, lendo o apelo. “Sinceramente apelamos a que façamos tudo ao nosso alcance para fortalecer a Igreja e este precioso movimento do Advento”.

Leia o texto completo do sermão AQUI.

Wilson explicou que Apocalipse 13 esboça um plano satânico em duas frentes para destruir o povo de Deus dos últimos dias: uma guerra ideológica de mentiras e erros que desafiam a verdade, e perseguições diretas, culminando num decreto de morte contra aqueles que obedecem as leis bíblicas de Deus. “Embora a perseguição em larga escala certamente se dê, atualmente Satanás está tentando trabalhar de dentro para enfraquecer a Igreja através de dissensão, discórdia, e conformidade com o mundo”, comentou.

Táticas destrutivas de Satanás

Wilson apontou várias vezes para as Escrituras e os escritos de Ellen G. White, co-fundadora da Igreja Adventista, como a maneira de discernir a vontade de Deus durante o sermão de 70 minutos, que foi pontuado com frequentes “améns”. Em certo ponto ele instou os delegados do Concílio Anual a se certificarem de que não estavam lendo a Bíblia de cabeça para baixo.

“Quando você lê a Bíblia de cabeça para baixo, vai ter um entendimento de cabeça para baixo”, disse ele, citando um africano a quem ouviu dizendo isso em viagem recente.

Ele destacou o método histórico-crítico de interpretação bíblica como indesejável, dizendo que ofuscava os temas e tópicos da Bíblia. “À medida que procuramos conhecer a vontade de Deus através de um estudo de Sua Palavra, não devemos colocar interpretações estranhas e empregar ginásticas interpretativas para tirar conclusões que não são evidentes a partir de uma leitura simples da Palavra”, ressaltou.

Wilson, que fez do apelo por “reavivamento e reforma” uma marca da sua presidência, listou uma série de outras maneiras em que via o diabo tentando destruir a Igreja Adventista, o que incluiria:

  • Inspirar uma crença de que reforma dentro da Igreja significa abrir mão de doutrinas originais de modo a que seja mais fácil para as pessoas se tornarem adventistas.
  • Usar tradição e filosofia para destruir a fé na Bíblia.
  • Exortar as pessoas a agirem de forma independente do corpo principal da Igreja.
  • Introduzir música e adoração carismáticas e pentecostais que focam sobre os membros da Igreja e os que conduzem os cultos, em vez de sê-lo sobre a verdadeira adoração a Deus.
  • Distrair as pessoas com atividades seculares, como esportes competitivos, Internet, mídia, negócios financeiros e materialismo.
  • Incentivar maus hábitos de saúde e falta de respeito às leis naturais de Deus, enfraquecendo assim a mente e amortecendo os sentidos.
  • Instilar ceticismo sobre a veracidade do registro bíblico quanto às origens da vida e da história inicial.
  • Espalhar o espiritismo.
  • Promover o ecumenismo, ou a cooperação e um melhor entendimento entre as religiões cristãs, com o objetivo inatingível da unidade cristã universal.

Wilson alertou fortemente contra a associação com grupos ecumênicos. “Não sucumbam à tentação de serem por demais próximos de outras organizações religiosas que os façam cair na armadilha do diabo de neutralizar a sua própria eficácia através de ligações ecumênicas não-bíblicas”, disse ele.

Os adventistas também devem evitar convidar clérigos de outras religiões de pregarem nas igrejas adventistas aos sábados, disse ele. Mas ressaltou que era importante que os adventistas fossem amigáveis para com pessoas de todas as crenças, sejam líderes em relações públicas e liberdade religiosa, e compartilhem o seu amor por Jesus com o público.

Tragédia na família de Wilson

Tornando sua mensagem pessoal, Wilson, de 64 anos, falou de uma série de dificuldades que se abateram sobre sua família e que ele ligou à guerra de Satanás contra a Igreja. Wilson e sua esposa, Nancy, têm três filhas casadas e oito netos.

Edward, de 2 anos de idade, filho da filha mais velha dos Wilson, está sofrendo inúmeros problemas neurológicos após oito meses de tratamento contra o câncer que o deixou livre do câncer, mas com anticorpos que atacam o cérebro, disse Wilson.

“Agradecemos a Deus que Edward está mostrando alguma melhora com o tratamento, mas a extensão de sua recuperação futura permanece incerta”, disse ele.

Um segundo neto, de 15 meses de idade, James, filho da filha do meio dos Wilson, foi diagnosticado com uma mutação genética rara que só foi detectada em duas outras pessoas no mundo. Há três semanas, a filha mais nova perdeu o seu terceiro filho.

“Após o parto prematuro de quatro meses, ela segurou o menino perfeitamente formado em seus braços”, recordou Wilson. “Quando o Senhor voltar, o filhinho de Catherine será colocado em seus braços, e ele vai crescer no céu”.

Ele acentou que o diabo, no entanto, não teria sucesso em qualquer esforço para neutralizar o testemunho de sua família.

“No último ano ou por aí, o diabo tentou neutralizar cada uma das nossas três filhas preciosas, suas famílias e nós como pais. Mas ele não terá êxito. Deus está no controle. Ele será vitorioso. A fé das minhas filhas e suas famílias e de todos nós é forte no Senhor”, disse ele, inspirando fortes “améns” da platéia.

‘Estamos Todos Juntos Nisso’

Wilson advertiu que ninguém que ouvia o seu sermão no auditório principal do edifício da Associação Geral estava isento de ataques do diabo. “Estamos todos juntos nisso”, disse ele. “Há muitos nesta sala que estão passando por situações muito piores.”

Indo além das questões internas da Igreja, Wilson disse que Satanás estava atacando a Igreja em outras frentes também, como no surto de ebola na África Ocidental e na violência no Iraque, Síria e Ucrânia.

Apesar das dificuldades, Wilson pediu aos delegados para proclamarem corajosamente a mensagem distintiva da Igreja Adventista.

“Fiquem longe de qualquer coisa que possa prejudicar a nossa mensagem ou obscurecer as nossas crenças distintivas”, disse ele. “Não sejam tentados pelo diabo a se misturarem com a multidão ou serem politicamente corretos. Não proclamem um cristianismo genérico ou um Cristo da ‘graça barata’ que não aponte às verdades bíblicas distintivas a serem proclamadas por todo o mundo, razão pela qual a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi organizada”.

Os líderes da Igreja se levantaram quando Wilson concluiu com um apelo para que o acompanhassem em submissão ao poder de Deus e em pedir proteção contra os ataques do maligno.

“Nossa única esperança futura está em nossa ligação pessoal com Cristo”, declarou Wilson. “Nossa esperança como povo de Deus, a sua esperança e a minha esperança, é construída em nada menos do que o sangue e a justiça de Jesus.”

fonte:/adventist.org

Desvendando o Apocalipse – Capítulo a Capítulo

Este estudo tem o objetivo de apresentar as verdades contidas no livro do Apocalipse de maneira direta e simples. Está livre de interpretações pessoais ou de alguma denominação religiosa. A Bíblia e a própria história da humanidade são as únicas fontes usadas nos textos.

Dirigida pelo advogado Mauro Braga de 54 anos, a série de estudos ora veiculada é resultado da classe bíblica iniciada na IASD Tatuapé e que hoje funciona na IASD Brooklin, todas as quartas-feiras, às 20 horas. Mauro Braga era membro da igreja do Belém e logo após o seu batismo, preocupado em evangelizar a família, decidiu se preparar para dar estudos bíblicos.

O que chama a atenção na série que resultou desta preparação, segundo o próprio palestrante, talvez seja a linguagem simples e direta com que os temas são ministrados e a forma de abordagem. Os temas abaixo estão disponíveis em áudio para download, também em formato de texto, diretamente na página do irmão e amigo Michelson Borges.

01) – Introdução ……………………….. (Download) (Texto)
02) – Capítulo 01……………………….. (Download) (Texto)
03) – Capítulo 02 – Parte 1……………. (Download) (Texto)
04) – Capítulo 02 – Parte 2……………. (Download) (Texto)
05) – Capítulo 03………………………… (Download) (Texto) (Texto)
06) – Capítulo 04………………………… (Download) (Texto)
07) – Capítulo 05………………………… (Download) (Texto)
08) – Capítulo 06………………………… (Download) (Texto)
09) – Capítulo 07………………………… (Download) (Texto)
10) – Capítulo 08………………………… (Download) (Texto)
11) – Capítulo 09………………………… (Download) (Texto)
12) – Capítulo 10………………………… (Download) (Texto)
13) – Capítulo 11………………………… (Download) (Texto)
14) – Capítulo 12………………………… (Download) (Texto)
15) – Capítulo 13 – Parte 1……………. (Download) (Texto)
16) – Capítulo 13 – Parte 2……………. (Download) (Texto)
17) – Capítulo 14………………………… (Download) (Texto)
18) – Capítulo 15………………………… (Download) (Texto)
19) – Capítulo 16………………………… (Download) (Texto)
20) – Capítulo 17………………………… (Download) (Texto)
21) – Capítulo 18………………………… (Download) (Texto)
22) – Capítulo 19………………………… (Download) (Texto)
23) – Capítulo 20………………………… (Download) (Texto)
24) – Capítulo 21………………………… (Download) (Texto)
25) – Capítulo 22………………………… (Download) (Texto)

É bom relembrar o convite à duplicação da mensagem, seja presenteando um familiar, amigo ou conhecido com um simples CD, seja “linkando” estes pela web ou email neste espaço. Assim, atenderemos ao “ide” do Mestre.

Descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

“Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu.” (Testemunhos Seletos V3 – Pág. 235)

[Material publicado sob a autorização expressa do palestrante]

fonte:/diariodaprofecia

Livro sobre estilo de vida será doado a 16 milhões de brasileiros.

Livro2015
Em uma ação inédita no Brasil, 16 milhões de habitantes receberão gratuitamente exemplares de um livro sobre saúde preventiva e estilo de vida. O material, com pouco mais de 100 páginas, foi escrito em uma linguagem acessível mas com conteúdo de grande relevância. Um dos autores, o cardiologista sul-africano Peter Landless, que foi médico do ex-presidente Nelson Mandela, também com Medicina Interna e Medicina da Família. Já escreveu artigos sobre o vírus Ebola, vinho e o câncer de mama, cirurgia bariátrica, entre outros temas da atualidade. Landless e o conferencista internacional Mark Finley, que é outro autor do livro chamado Viva com Esperança, estiveram no Brasil para fazer o lançamento do livro que aconteceu no ultimo dia 9 de dezembro no Centro Universitário Adventista (Unasp)  em São Paulo.

O livro, que é uma coletânea de bons artigos na área de saúde e qualidade de vida, apresenta grandes desafios da saúde mundial como diabetes, depressão, obesidade e câncer enfrentados a partir de uma mudança de estilo de vida.

A estimativa de valores no mercado de serviços de saúde para 2015, no mundo, é de 3 trilhões de dólares. Calcula-se que, nos países desenvolvidos, a saúde consuma mais de 10% do Produto Interno Bruto.

Ou seja, gasta-se muito para curar doenças, por isso a relevância de se adotar princípios de um estilo de vida saudável como alimentação equilibrada, uso regular de água, prática diária de exercício físico, contato com ar puro, exposição cuidadosa ao sol, entre outras ações.

Quem escreveu?

Na lista de profissionais que colaboraram com artigos para o livro está gente renomada como o neurocirurgião norte-americano Ben Carson (cuja história virou o filme Mãos Talentosas). Carson entrou para a história da medicina em 1987 ao separar gêmeos siameses unidos pela cabeça. Hoje ele é diretor do Departamento de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Além de Carson, também contribuíram com a obra outros médicos, enfermeiros, sociólogos e pesquisadores da área científica de experiência internacional, inclusive a enfermeira brasileira Kátia Reinert.

O livro estará disponível sem custo à população brasileira a partir do próximo ano. Estão previstas grandes distribuições em diversas cidades. “O leitor vai encontrar orientações muito práticas para se ter qualidade de vida no dia-a-dia. O texto é agradável e bem embasado”, explica o gerente de marketing da Casa Publicadora Brasileira, editora responsável por publicar o livro, João Vicente Pereira.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável pelo projeto, está bancando o custo do livro que é comprado a 1 real pelos membros da organização para então distribuir gratuitamente.

A verdadeira Historia do Natal

A Bíblia nos diz em Jeremias 33:3 : “Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece”. De fato, há muitas coisas que desconhecemos que são promessas de Deus e há certas coisas que fazemos que são frontalmente contrárias a Sua vontade. Somos influenciados diretamente pela nossa cultura e por tradições. O Senhor me tocou a estudar o significado do Natal e foi esta razão que surgiu esta matéria. O equilíbrio e moderação são necessários para que, a luz da Palavra de Deus, possamos descobrir o que pode “estar oculto” por trás desta data que todos os cristãos comemoram. O intuito não é de criar polêmica, mas sim permitir que tenhamos uma visão clara e fundamentada na Palavra de Deus acerca desta comemoração.

De onde veio o costume de celebrar o Natal?
Da Bíblia ou do paganismo?

Você sabe sobre a origem da Árvore de Natal, do “Papai Noel”, da coroa de azevinho e dos presépios?

Será que o Natal que as pessoas comemoram realmente é a celebração do nascimento de Jesus Cristo?

Jesus nasceu em 25 de dezembro?

A música diz: “Anoiteceu, o sino gemeu, e a gente ficou feliz a cantar. Papai Noel chegou…”, “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel. ” Mas, nós não somos. Jesus não está aí, tal adoração é para um santo chama­do Nicolau, que é Papai Noel. A aceitação é quase cem por cento, porque incutiram isso na nossa mente quando éramos crianças. Muitas crianças, ainda hoje, continuam acreditando em Papai Noel e a espera do presente que ele trará. Muitos pais se vêm apurados pelo fato de não poderem atender aos pedidos dos filhos. Quando o presente não vem, logo surge a frustração e o sentimento de rejeição. Isto piora quando a criança que não recebeu, por exemplo, a bicicleta tão sonhada, vê seus amiguinhos com uma novinha em folha “dada por Papai Noel”.

O que é o Natal?

Muitos supõem coisas acerca do Natal que não são verdade. A palavra “Natal” tem a ver com nascimento ou aniversário natalício, especialmente referente o dia que se comemora o nascimento de Jesus Cristo.
Esta festividade teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo. Segundo a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título “Natal” vemos o seguinte: “O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja. Os primeiros indícios da festa provêm
do Egito.” “Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal.” Também nas mesmas enciclopédias, sob o tema “Dia do Natal”, encontramos que Orígenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: “… Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), que se rejubilam grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.”

O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nos cultos de Natal na igreja, ou até mesmo em casa, ou nas ruas. Não é com saudade de Jesus, é a opressão de uma mentira sobre o povo de Deus. Mas, se Deus fez uma obra linda de esclarecer o Seu povo, como podemos continuar no paganismo? Sentimo-nos enganados e traídos.

Nós fomos designados para viver uma vida de liberdade e Roma trabalhou para nos manter presos a uma tradição. O dia 25 de dezembro foi designado por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, ou seja, fazer uma aliança. O cristão recebe um pouco do pagão e o pagão recebe um pouco do cristão. Mas, não há comunhão entre trevas e luz. O que Deus disse, ninguém muda.

O Natal hoje é apenas um culto comercial que rende muito dinheiro.
Tudo é motivo para grandes aquisições, mas a exaltação ao Rei dos reis não existe. Nesta época, as vitrines são invadidas por gnomos, que na verdade são demônios que habitam em florestas e árvores, O Natal foi substituído por demônios assumidamente. Não é só uma questão mística, é uma realidade de batalha espiritual, O presente século é confuso e diabólico. Mas nós vamos permanecer firmes.

A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, faIa o seguinte sobre o Natal:

“A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germâni­cos. A idéia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz.” (Grifos nossos)

As antigas civilizações egípcias influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. A festa acontecia em dezembro, um mês de inverno. Era a festa pagã mais celebrada. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria, e então, poderia haver a celebração porque o deus sol havia se manifestado. Este ritual solstício – festa ao deus sol – tem início em 25 de março e encerra em 25 de dezembro.

A Enciclopédia Britânica – edição de 1946, afirma:
“O Natal não era contado nas primeiras festas da igreja…”; “Não foi instituída por Jesus Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde pelo paganismo.”

Roma adota essa data esperada pelos pagãos, para o nascimento de Jesus; declarou que o Natal seria na viração do dia 24 para 25. O Imperador Aureliano estabeleceu em 275 que todos os fiéis e não fiéis obrigatoriamente comemorassem o Natal na data que foi estabelecida pelas autoridades romanas.
Isto se dava com a comemoração da natividade da festa pagã, ou seja, do sol invicto, vitorioso. Todos deveriam participar dessa manifestação festiva, por isso foi oficializada aproximadamente no ano 336 por Constantino.

Jesus Nasceu No Dia 25 De Dezembro?

Quem conhece Israel sabe que dia 25 de dezembro é inverno naquela região, e ninguém fica exposto ao tempo. Lucas 2:8 diz que os pastores estavam no campo. Os pastores não ficariam no campo numa noite de inverno.
No final de outubro e início de novembro os pastores já não vão mais ao campo, porque já é declarado inverno. Não há pastagem, é inseguro e desconfortante para o rebanho.

Na época do nascimento de Jesus, José e Maria estavam ascendendo a Jerusalém. Qual é o judeu que ascende a Jerusalém em dezembro? Em dezembro só existe uma festa que é a festa dos Macabeus, conhecida como Festa das Luzes. Eles subiam, porque Maria era da descendência de Davi e era decreto que os descendentes de Davi todos os anos subissem ao Tabernáculos para celebrar. Haviam dois eventos especiais: a Festa dos Tabernáculos e o aniversário de Jerusalém. No caminho, em Belém, Jesus nasceu porque isto era profético (Miquéias 5:2). Mas não foi em dezembro, não foi na festa ao deus sol. Quando Jesus nasceu, segundo a história, provavelmente era a Festa dos Tabernáculos. Todos fatos apontam para este contexto. Anualmente os judeus ascendiam a Jerusalém para adorar o Senhor. Eles vinham a Jerusalém três vezes ao ano, nas festas do Senhor.

Papai Noel
Quem não fez um pedido ao Papai Noel? Ou tenha mandado uma cartinha para ele ou tenha ficado na espera de receber um presente de Natal?
O que há por trás da figura daquele velhinho tão querido, vestindo roupas vermelhas e usando uma longa barba branca e de faces rosadas? Certamente alguém poderá dizer: “Papai Noel não é uma criação pagã!” Porém ele é e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quantos muitos esperaram.

O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa vemos o seguinte:

“São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir Papai do Céu.

Muitos pais mentem aos seus filhos dizendo que o Papai Noel irá dar aquilo que eles pedirem, mas tudo não passa de uma mentira. Fazendo assim é que os filhos começam acreditar numa grande mentira. Será demais pensar então que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a acreditar também que Deus é um mito? Li certa vez na Internet um comentário acerca de um menino que tinha descoberto que os pais haviam mentido para ele. “Um rapazinho, sentindo-se triste e desiludido sobre a verdade de Papai Noel, comentou com o seu companheirinho: Eles vão ver. Vou investigar também essa história de Jesus Cristo.”

É um ato cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus declara: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” (Êxodo 20:16).
Pode ser que pareça certo, e que seja justificável pela razão humana, porém Deus acrescenta: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte.” (Provérbios 14:12).

Como alguém pode aceitar uma estória que fala sobre um velhinho que sai numa noite só por todo o mundo, de casa em casa, entregando presentes? E se você sabe que Papai Noel não existe, que é só brincadeirinha, por que faz tudo o que exige o ritual do Natal? Por que ilude seus filhos com essa estória? Por que permite que uma mentira se torne realidade em sua casa? “Como o louco que atira tições, flechas, e morte, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: fiz isso por brincadeira.” (Provérbios 26:18-19).

Árvore de Natal

Em Jeremias 10:2-4 – “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

Deus nos ordena não imitar esse caminho nem segui-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar que isso significa que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos à festividade gentílica. As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado.
Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores, contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por ignorância.

A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, diz:
“A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de 0din, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino.” (Grifos nossos)

A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chama­mento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem. Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. A música natalina diz: “Pinheirinhos que alegria, sinos tocam noite e dia, é natal que vem chegando, vamos pois cantarolando.” Fizeram a música para o pinheiro e quantas vezes cantamos no púlpito! Sabemos que o fizemos por ignorância, mas agora recebemos esclarecimento. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode e a Semírames. Com a árvore de Natal dentro da nossa casa estamos ressuscitando um trono babilônico, dando legalidade para demônios agirem.

Guirlandas

Em grego é stephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque são os boas-vindas, lugares de entrada.

São um símbolo relacionado ao deus ApoIo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Geres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, das lojas, dos consultórios. Também reproduz a idéia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito aparece como Ísis e Osíris, na Índia como Isva e Isvra, na Ásia como Cibele e Dionísio, em Roma como Fortuna e Júpiter, na Grécia como Irene e Plutos, e na Babilônia como Semírames e Ninrode; todos eles exigiam as guirlandas. Aparecem também como sinal de reverência a Frígio da agricultura, ou seja, Sabázio, um deus a quem os alimentos são consagrados.

Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A
Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio.

Presépios

O presépio é um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. Se você curiosamente ler a história cristã verá firmemente que a influência romana é presente em quase todo o comportamento cerimonial da igreja chamada evangélica. A igreja evangélica deve viver os princípios do Evangelho, porém se tem mistura, não poderá prosperar. Vejamos os riscos que estamos incorrendo, e com muita maturidade não permitamos que um trono levantado a Baal esteja dentro de casa. As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um altar consagrado, é um incentivo à idolatria, é uma visão pagã.

Deixando bem claro que cada um tem o direito de pensar diferente.

Texto de Daiane Arthuzo

fonte://ja-online